RECREATIVO DA CAÁLA
manda embora Ricardo Formosinho e Cia
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HORÁCIO MOSQUITO ERROU |
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ANTÓNIO CALDAS, REJEITADO |
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LÁZARO OLIVEIRA, O BARÃO MAIOR |
NOTA DO EDITOR
Fico triste com estas incompatibilidades do futebol angolano, quando, na verdade, não é mais do que revelador da mistura de ideias e raciocínios, nada óbvios, que as Direções dos Clubes assumem.Quando o Libolo despachou um técnico credível para contratar o português Henrique Calisto , não era difícil prever o erro em que caíra... embora a decisão,pela ótica diretiva tenha uma certa lógica, uma vez haver na origem da decisão um conceito organizativo e considerar. Tudo bem. No entanto a escolha é que foi errada.
No que aconteceu no Planalto Central... o erro, quanto a meu ver, da responsabilidade do presidente Horácio Mosquito. Contratar um treinador inativo e com poucos conhecimentos da geografia futebolística angolana, longe dos conceitos peculiares de jogadores angolanos é um suicídio Não estou a fazer esta afirmação neste momento. Fi-la na hora e na altura, sugerindo dois nomes: Lázaro Oliveira e António Caldas...
Quanto ao Lázaro Oliveira... é uma pena que nem a Federação Angolana, nem o Libolo e nem o Caála. o tenham contratado antes de ele ter renovado com o Portimonense. Pedro Neto andou a viajar e a gastar dinheiro em momentos financeiros complicados e contratou um uruguaio, que andava nas ondas do desemprego... em vez de tentar reabilitar o Lito Vidigal, o Filemon... ou o Lázaro Oliveira. Deu ouvidos ao que eu sugeri quer nas minhas crónicas e nos recados que gravei no correio de voz do seu telemóvel e através do secretário federtaivo. Deu ouvidos mas não aceitou e fez a asneira, rotulada de incompetência directiva, de contratar o técnico estrangeiro que perdeu o CAN, perdeu o MUNDIAL DO BRASIL e perdeu jogos importantes no CHAN... onde, poucas probabilidades temos de chegar onde com o Lito Vidigal chegámos.
Agora, o Lázaro Oliveira, o barão angolano da Gabela, que aqui em Portugal é considerado revelação... custa muito mais caro, uma vez que face às propostas que recebeu, o Portimonense não só melhorou o salário... como, pela primeira vez na história da II Liga Lusa, criou uma cláusula de rescisão.
Estou triste e as razões são justificadas pelas verdades que acabei de referir.
Carlos Pereira
Correspondente da Rádio 5 (Angola) em Portugal.
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